Apocalípticos e desintegrados: críticas e alternativas aos dispositivos de captura da atenção

Na quinta-feira, 5 de junho, terá lugar o encontro “Apocalípticos e desintegrados: críticas e alternativas aos dispositivos de captura da atenção”. O evento, que contará com a participação de pesquisadores de filosofia, literatura, artes e história, começa às 14:30 hs, no auditório D do CCHLA. Inscrições pelo Sigaa.
Sobre “Apocalípticos e desintegrados”.
O tempo que nos calha viver é de tal natureza que as nossas vidas se vêm inscritas “numa duração sem interrupções, definida a partir de um princípio de funcionamento contínuo, que tem a aparência de um mundo social, mas em realidade é um modelo não social de rendimento próprio de máquinas” (Crary, 2015, p. 10). Entre todos os fatores que se encontram envolvidos nessa configuração terminal do capitalismo, o sequestro da atenção e o empobrecimento da experiência constituem fenómenos preocupantes, porque comprometem o nosso sistema sinestésico e, com isso, “o poder instintual dos sentidos corporais humanos” e “a auto-preservação da humanidade” (Buck-Morss, 1996, p. 12).Ignoramos se acionar o freio de emergência da história, como dizia Benjamin, está ao nosso alcance, mas opor algum tipo de resistência a esse mecanismo vertiginoso e insone é um dos imperativos da nossa época. Nesse sentido, seja desafiando-nos a pensar criticamente as condições e as consequências da lógica das telas e das redes sociais na configuração das nossas subjetividades, seja explorando criativamente as alternativas existenciais e políticas a esse regime, pretendemos elaborar algumas propostas visando arrancar-nos do círculo do consumo que domina as nossas sociedades e interromper os nossos comportamentos condicionados.Os aportes das ciências sociais, das neurociências, das artes, da história e da filosofia, serão parte fundamental da análise e do diagnóstico que empreenderemos, porque se trata de um problema que não pode prescindir de perspectiva alguma para a sua solução.

Exposição de estudantes do Decom mostra cotidiano de bailarinas

Observar as vivências e as realidades de bailarinas da Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão (EDTAM). Essa é a proposta da exposição fotográfica Quando Meu Corpo Toca O Céu.  A mostra é promovida por Rierson Marcos Maia e Ingrid Torres, estudantes do Departamento de Comunicação Social (Decom/UFRN). As fotografias estão em exibição até o dia 31…

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