UFRN celebra 67 anos com relatos que resgatam memórias da comunidade acadêmica

Foto: Rierson Marcos

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) celebra 67 anos destacando as memórias e histórias de vida que compõem sua trajetória. Entre os depoimentos que integram essa comemoração está o da Professora Emérita Ângela Paiva Cruz, ex-reitora e atual assessora especial da reitoria.

 

Em seu relato, ela afirma: “Para mim, era um sonho distante, quase impossível: uma mulher, filha de agricultores, vinda de Martins, uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Norte, ocupar o mais alto cargo administrativo da maior universidade do estado.”

 

A fala integra o projeto de extensão “Retratos da UFRN: 67 anos construindo histórias”, iniciativa que reforça a universidade como um espaço formado pelas pessoas que a constroem diariamente — alunos, professores, técnicos e terceirizados. A proposta é registrar, por meio de retratos e relatos breves, como cada integrante da comunidade relaciona sua trajetória pessoal à UFRN.

 

A partir de hoje, parte desses registros começa a ser compartilhada no feed institucional, ampliando o alcance das narrativas que compõem a história da instituição.

 

O projeto, realizado pelo CCHLA, Decom e Comunica, conta com a colaboração de todos os participantes que autorizaram o uso de suas imagens e vozes.

 

As fotografias são assinadas por Rierson Marcos, graduando de Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela UFRN.

 

O autor das imagens relata que a proposta surgiu ainda em seu estágio: “A ideia do projeto surgiu em uma reunião de pauta com minha chefe, Sandra, do meu antigo estágio, que era no Comunica da UFRN. E a gente queria fazer algum conteúdo para as redes sociais da UFRN, em comemoração aos 67 anos da universidade, que é celebrado esse ano de 2025. E então eu trouxe a ideia da gente celebrar esses 67 anos através das histórias dos membros da universidade.”

 

Segundo ele, o objetivo é documentar vivências que evidenciam a diversidade humana da UFRN:

 

“A gente faz retratos da comunidade acadêmica, de professores, de servidores, dos alunos, e pegamos pequenos relatos de memória”. Ele afirma que essa é uma forma de toda a comunidade se reconhecer nas histórias daqueles pessoas.

 

Rierson destaca a recepção positiva da proposta e a relevância do registro para a instituição:

 

“Ele tem uma importância muito grande. Quando a gente documenta esses relatos de memória e esses rostos, que de alguma forma representam a universidade, a gente tá eternizando esses momentos.”

 

Para o estudante, a experiência amplia o sentimento de pertencimento e revela o impacto da instituição:

 

“A UFRN, ela é um grande instrumento de transformação social, cultural, intelectual e humana na vida da gente.”

 

Ele define o processo como marcante em sua formação:

 

“Para mim, como aluno, como fotógrafo, como comunicador, como artista também, tem sido uma das experiências mais enriquecedoras da minha vida e da minha passagem pela universidade.”

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