O Departamento de Políticas Públicas realiza, no dia 3 de dezembro, um seminário aberto à comunidade interna e externa da UFRN para conhecer o que é e como combater o Racismo Institucional. Com o tema Atravessamentos e Considerações sobre o Racismo Institucional: Políticas Públicas e a Questão de Raça, o evento contará com a participação de duas especialistas no assunto, Larissa Borges e Tricia Calmon, e será realizado das 18h30 às 21h, no Auditório 2 do Labplan/CCHLA. As inscrições podem ser efetuadas por meio do Sigaa, com 40 vagas disponíveis.
De acordo com o Programa de Combate ao Racismo Institucional de 2005, existe em empresas e corporações o “fracasso […] em prover um serviço profissional e adequado às pessoas em virtude de sua cor, cultura, origem racial ou étnica”. Por meio dessa questão central, o seminário discutirá ações que fazem com que pessoas de grupos raciais ou étnicos discriminados estejam em situação de desvantagem no acesso a benefícios gerados pelo Estado e pelas demais instituições.
Pensado como um momento de reflexão, conscientização e adoção de novas práticas, o evento também contará com o lançamento do livro Educação, Direitos Humanos e o Campo de Públicas, das 18h30 às 19h, organizado por Ilzver de Matos Oliveira, Gabriela Maria Rebouças e Edgilson Tavares de Araújo, da Universidade Federal de Sergipe (UFS).
Sobre as palestrantes
Larissa Borges atuou na Coordenação do Plano Juventude Viva/Secretaria-Geral da Presidência da República, programa que continha ações de combate ao Racismo Institucional. Ela também foi membro do Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão Conexões de Saberes e fez parte da Subsecretaria Estadual de Políticas para Mulheres no Governo de Minas Gerais. Tricia Calmon, por sua vez, foi coordenadora do Programa Corra pro Abraço/Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e Desenvolvimento Social do Estado da Bahia, conselheira do Fundo Baobá para a Equidade Racial e membro do Comitê Interinstitucional de Monitoramento e Avaliação das Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, presidido pelo Ministério Público do Estado da Bahia.
